Quem sou eu

sábado, 21 de maio de 2011

O que sobra no fim, é a poesia do início!


Não quero ser vidente,
Não quero a certeza da rima
Não quero ser poetisa
Nem juiza dessa história
Não quero a agonia
Nem o acalanto na memória
Não quero a insônia
Nem a agonia da paixão
Não sei do exato
Eu não descarto nem o sim nem o não
Não quero a dúvida
Nem quero saber da razão
Só quero a alegria
Que fez morada
No meu coração
...
É incrível como muda de prisma!
O que era pro outro, volta a ser seu!
é
isso.


[Texto: Adryana BB]
Imagem: Google

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